quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Ganhando o que esqueceu querer

E veio me dizendo que eu não tô sozinha no meu infinito intransponível – e trouxe magia e vi bem de perto as cicatrizes, e me encantei por sua petulância em ser tão inocente, ainda acredita no amor e de um jeito franco. Acho que estava cansado de viver no ataque pra justificar a defensiva.

Ele é de algodão por dentro, ele se entrega ao riso do jeito mais bonito do universo, tem as mãos vazias de muitas esperas. Fala comigo com o tato do Edward mãos de tesoura cauteloso, me olha encantado de um jeito que eu nunca mais vou esquecer.

Meu carinho por ele vive de esmolas (ostentar é coisa feia).

Ele ainda não é meu e nem sei se será.

Ele tem agregado alegria a felicidade que eu tenho conquistado.